sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A prática é generalizada...












... desde o início do programa "passagem a R$ 1,00", a empresa 'Rápido (só pode ser ironia) São Cristóvão Ltda' tem validadores em seus ônibus. Porém, esses nunca funcionaram. A cobradora pergunta se o passageiro tem o "cartão de rosinha" (ela não merece maiúscula) e, então, recebe R$ 1,00 e dá a passagem. Acontece que a passagem que ela emite tem um valor único (R$ 5,00). Isso significa que a empresa receberá R$ 4,00 da prefeitura (apesar de isso não ser divulgado, o programa consiste num subsídio). Quarta-feira, embarquei em Donana para descer no Hospital Plantadores de Cana, mas recebi uma passagem como se eu tivesse embarcado ou em Flexeiras, ou em Serrinha, ou em Dores [de Macabu], como informa o ticket nº 40828, datado (com um rabisco) 14/9 (quatorze de setembro).
Entendo que a grande fonte de desvio que, hoje, o grupo do Deputinho Garotado tem é esse programa de lavagem de dinheiro, batizado de "Campos Cidadão".

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Uma planta carnívora disfarçada de rosa...



... é isso que temos em nosso município. Nesse 7 de setembro iremos todos à rua contra a CORRUPÇÃO, que é gritante na nossa Campos. Chega de INHOS, chega de exploração da miséria...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Será que é murro em ponta de faca?



Será que denúncia ao Ministério Público não adianta nada? As fraudes no programa "passagem a R$ 1,00" continuam. Hoje embarquei num ônibus da Rogil, em Donana, e valor no validador era de R$ 5,00 (ao invés de R$ 1,60), questionei o cobrador e ele me informou que era "ordem da empresa". Os empregados estão roubando a mando de seus patrões.

O ônibus estava vindo do Farol (não sei quantas empresas fazem essa linha). Em fevereiro deste ano, dei cópia do meu cartão no Ministério Público e me ofereci para testemunhar, mas nunca fui chamado.



terça-feira, 7 de junho de 2011

Denúncia ao MP


Há meses fiz a denúncia que venho fazendo nos blogs diretamente ao Ministério Público (via internet), mas a coisa parece estar parada.
Para quem quiser (e puder) se informar, a denúncia foi encaminhada ao dr. Êvanes no dia 21/02/2011, pelo órgão que recepcionou a denúncia no MP e a informação que consta no último andamento é do próprio dr. Êvanes e é de que a denúncia seria juntada ao ICP 115/09, o qual trata de irregularidades no programa passagem a R$ 1,00.
Aos que puderem me dar notícias, agradeço.
P. S.:
O protocolo para buscas no site da ouvidoria do MP é 128627.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

E o "busão" sem freio continua...



Acabei de descer do ônibus em Donana e a história se repetiu, como vem se repetindo desde maio de 2009: a passagem vem com o valor de R$ 1,00, mas a máquina registra o valor inteiro.



Foi no ônibus da ROGIL, eu embarquei na Beira Valão às 23 horas, informei ao cobrador que ia descer em Donana, ele mandou passar o cartão e me deu a passagem. Porém o valor na maquina (validador) era de R$ 3,20. Isso significa que para eu ir da Beira Valão a Donana a empresa está recebendo R$ 1,00 de mim e mais R$ 2,20 da prefeitura, ou seja: um superfaturamento de 100% (R$ 1,60 x 2)!!!


CARRO : 044

LINHA: TOCOS

HORÁRIO : 23 horas



quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A fraude por trás da passagem a R$ 1.

É espantoso que as autoridades competentes ainda não tenham debelado a quadrilha que vem agindo por trás do aparente benefício da passagem a R$ 1. Além de outras situações que não posso comprovar, existe uma "prática" de algumas empresas (Progresso e Tamandaré, com certeza) de cobrar o valor inteiro da passagem, ao invés da fração, do passageiro que desce pelo caminho. Por exemplo, na linha do Farol, a mais rentável, o cidadão que tenha o cartão da prefeitura, que pegar o ônibus na 28 de março e descer em Goytacazes pagará R$ 1 e passará o cartão. O valor da passagem no validador é R$ 6,65 (os cobradores recebem ordem para manter o validador com o maior valor disponível, sempre, na ida e na volta). Com isso, a empresa receberá R$ 5,65 ao invés de R$ 0,60 devido. É fácil comprovar essa denúncia, basta entrar no ônibus e observar. Quando o passageiro possui o cartão RioCard (vale-transporte) o valor no validador é alterado para R$ 1,60, pois esse valor é debitado no cartão RioCard e, se não fosse feita a alteração, o valor descontado seria R$ 6,65. Assim que esse passageiro passa, o cobrador tem retornar para o valor de R$ 6,65. É ordem da empresa, não interessa onde o passageiro subiu ou vai descer, o cobrador tem que cobrar o maior valor disponível. O mesmo acontece nas linhas Beira do Taí e São Sebastião, da empresa Tamandaré. Essa duas empresas eu posso comprovar, pois faço uso frequente dessas linhas. Outras empresas devem estar operando na mesma forma.