quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A fraude por trás da passagem a R$ 1.

É espantoso que as autoridades competentes ainda não tenham debelado a quadrilha que vem agindo por trás do aparente benefício da passagem a R$ 1. Além de outras situações que não posso comprovar, existe uma "prática" de algumas empresas (Progresso e Tamandaré, com certeza) de cobrar o valor inteiro da passagem, ao invés da fração, do passageiro que desce pelo caminho. Por exemplo, na linha do Farol, a mais rentável, o cidadão que tenha o cartão da prefeitura, que pegar o ônibus na 28 de março e descer em Goytacazes pagará R$ 1 e passará o cartão. O valor da passagem no validador é R$ 6,65 (os cobradores recebem ordem para manter o validador com o maior valor disponível, sempre, na ida e na volta). Com isso, a empresa receberá R$ 5,65 ao invés de R$ 0,60 devido. É fácil comprovar essa denúncia, basta entrar no ônibus e observar. Quando o passageiro possui o cartão RioCard (vale-transporte) o valor no validador é alterado para R$ 1,60, pois esse valor é debitado no cartão RioCard e, se não fosse feita a alteração, o valor descontado seria R$ 6,65. Assim que esse passageiro passa, o cobrador tem retornar para o valor de R$ 6,65. É ordem da empresa, não interessa onde o passageiro subiu ou vai descer, o cobrador tem que cobrar o maior valor disponível. O mesmo acontece nas linhas Beira do Taí e São Sebastião, da empresa Tamandaré. Essa duas empresas eu posso comprovar, pois faço uso frequente dessas linhas. Outras empresas devem estar operando na mesma forma.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

E ainda há quem defenda...

... que as nomeações políticas sejam a forma apropriada de captar bons profissionais para o serviço público e, ainda, que nomear parentes para os cargos públicos não deve ser proibido por lei, porque se estaria perdendo um bom profissional apenas por esse ser parente de um outro que já tenha sido nomeado. Santa Ignorância, protegei aos aflitos. Já existe a forma de captar bons profissionais e essa forma não impede que parentes sejam conduzidos a quaisquer cargos: o concurso público. Mas há quem tema esse instrumento democrático, principalmente os que acreditam que títulos bastam para a seleção, ora os concursos são de provas ou de provas e títulos. Aflitos, fazei concurso, sede aprovados e deixai de puxar saco.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Como estamos?

Entre uma operação da Polícia Federal e outra experimentamos um certo clima de tranquilidade, mas basta que mais um esquema / escândalo venha à tona para que Campos dos Goytacazes volte a estampar as manchetes dos principais jornais do país.
Na minha opinião (gostaria de saber a sua), essa situação de incertezas e vergonhas só terminará a partir do fim do domínio de Garotinho na política de nosso município. Pois um fator determinante para a obtenção de êxito nas campanhas em nosso município são a compra de votos e a compra de apoios.
Nessa eleição houve muitas inovações, mas a mais surpreendente foi a compra de candidaturas (vide Paulo Feijó).


Luís Maurício
azeredoaraujo@gmail.com