sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Denúncia do esquema da passagem a R$ 1,00, desta vez ao MPF.


Uma vez que não obtive resposta quanto ao andamento das investigações quanto às possíveis (na minha opinião, evidentes) fraudes no programa Campos Cidadão (passagem social, passagem a R$ 1,00 etc.), resolvi refazer minha denúncia, mas desta vez ao Ministério Público Federal, já que uma de suas atribuições é investigar CRIMES QUE ENVOLVAM A LAVAGEM DE DINHEIRO e a

LEI Nº 12.683, DE 9 DE JULHO DE 2012 alterou o entendimento  de quais delitos estão incluídos nesse conceito, ampliando sua aplicação.

 Abaixo, segue um quadrinho bem didático quando à aplicação da nova lei:

 O conteúdo da denúncia é o mesmo que já fiz ao MP-RJ, pode ser repetitivo, mas as irregularidades continuam, se repetem todos os dias diante de meus olhos:


 Quanto à denúncia ao MP-RJ, ainda aguardo notícia.

3 comentários:

  1. Justiça bloqueia bens do casal Garotinho e de mais 17 pessoas
    Acusação é de desvio de verba quando Rosinha e o marido foram governadores
    VERA ARAÚJO 5/10/12 - 23H21 – O GLOBO

    RIO - Com o registro de candidatura à reeleição pendente, a prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho (PR) sofreu novo golpe. A Justiça concedeu liminar bloqueando todos os bens dela, do marido Anthony Garotinho e de mais 17 pessoas acusadas de desviarem R$ 1.061.124,63 dos cofres públicos em favor de campanhas eleitorais do casal. Coube ao Ministério Público Federal (MPF) o pedido de tornar indisponíveis os bens móveis e imóveis dos réus para a garantia da devolução do dinheiro. As verbas teriam sido desviadas quando foram governadores do estado do Rio: Garotinho de 1999 a 2002 e Rosinha nos quatro anos seguintes.

    O procurador da República do Ministério Público Federal Edson Abdon Peixoto Filho não quis listar os bens encontrados em nome do casal Garotinho porque o processo está em segredo de Justiça:
    — A decisão para o bloqueio dos bens tomou por base todo o levantamento feito pelo Ministério Público Federal. Houve provas suficientes da ilicitude. Foi criado um esquema que se repetia em todo os estado para financiar a campanha de Anthony e Rosinha Garotinho.
    Dentre os réus, há funcionários e dirigentes das empresas sem fins lucrativos Fundação Escola Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro (Fesp/RJ) e do Instituto Nacional de Aperfeiçoamento da Administração Pública (INAAP). Eles estão envolvidos na contratação irregular, com dispensa de licitação, da Fesp através da CPRM — empresa que presta serviços geológicos —, para o cumprimento de atividade para a qual esta não tinha competência para executar. Por esse motivo, houve a subcontratação de outra empresa, a INAAP pela Fesp, sem que tivesse previsão no contrato originário e novamente com dispensa de licitação. O procedimento foi realizado em janeiro de 2004 para a prestação de serviços necessários à continuidade ou finalização de projetos ,como o sistema de informações sobre contenção de encostas prevenção a inundações no estado.
    Financiadoras de campanha
    De acordo com a ação de improbidade administrativa proposta pelo MPF, os réus atuaram com o objetivo claro de desviar recursos públicos. Isso fica evidente porque as pessoas jurídicas acusadas no processo judicial aparecem em inúmeras apurações como envolvidas em esquemas de financiamento de campanha eleitoral. Além disso, o MPF questiona o efetivo cumprimento das tarefas contratadas, já que tanto a CPRM, Fesp e INAAP não encaminharam documentação de que executaram os contratos.
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    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/justica-bloqueia-bens-do-casal-garotinho-de-mais-17-pessoas-6305419#ixzz28U4WDR2z

    http://oglobo.globo.com/pais/justica-bloqueia-bens-do-casal-garotinho-de-mais-17-pessoas-6305419

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  2. ALERTA:

    O BLOG REFLEXÕES não reproduziu o texto do Jornal O Globo na íntegra porque eles são claros nas regras deles:

    "Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização."

    ALGUÉM PEDIU AUTORIZAÇÃO?

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  3. Regras, quando restritivas à liberdade de expressão, cara Gianna, são, no entender de um ser jurássico como eu, para serem burladas, até mesmo pelo fato de que, da forma que são veiculadas, se tornam públicas e, sendo públicas, não vejo restrições sobre a reprodução, uma vez que está salvaguardada a fonte de onde foram tiradas e, mais um e, a nossa Carta Magna fala sobre liberdade de expressão e outras coisitas mais, daí, que transgredir nesse sentido, é útil para que os cidadãos fiquem bem informados da forma mais ampla que for, se ficarmos amarrados a pedir autorização aos veículos de notícias, a formação de opinião fica presa às amarras da burocracia.

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